Saiu por uma porta
Como se tivesse zelo
Vestiu a sua roupa
como se estivesse pleno
como se estivesse pleno
Era formal em polidez extrema
Um lorde completo
De palavras todas eufêmicas
Para as pessoas do trabalho
Um gênio
E em todas suas causas
um vencedor
um vencedor
Mas havia uma porta
desconhecida
Adentrava nela e virava bicho
Entrava por aquela porta
como ele mesmo
como ele mesmo
Sentia nas veias a podridão
extrema
As máscaras caiam uma a uma
Sentiu no gole amargo do café
Sua última aparição sob
perfeição
Mesmo sob todas as medidas do
terno
E os passos contados ao
trabalho
Não contava contigo, menina
Denúncia e colisão
Pérola Priz
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirA CADA DIA DIA VOCÊ ME SURPREENDE...MARAVILHOSO!
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